NOTA DE APRESENTAÇÃO
Caro leitor, não sei se falo por mim ou por aquelas milhões de vozes que me desatinam dentro da mente. O que pretendo não é que o que escrevo seja lido ou que seja de seu agrado, por que afinal, são apenas pensamentos soltos. O objetivo é nada mais do que descarregar esse peso que me dói às costas. São tantos (e tantas) em uma só. Carrego tantas vidas dentro de um só corpo. Encontrei neste uma maneira sadia de ter mais espaço. Outra nota importante é que o que escrevo pode ou não referir-se a mim. Tenho que admitir o talento que tenho de observar. Nada em mim ou fora de mim passa despercebido. Por isso, o que aqui escrevo pode ter sido por mim vivido, observado ou até inventado. Gosto muito de fantasiar. Não se assustem com falta de títulos, nomes ou sentido. O que quero é dividir tudo o que se passa em mim.
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"Só porque viver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade." (Clarice Lispector)
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